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Cosméticos Naturais x Cosméticos a base de produtos naturais

Um importante conceito se associa aos cosméticos naturais: trata-se dos “produtos orgânicos”.

Pesquisas indicam que o conceito de produtos orgânicos ainda está muito associado à alimentação e, principalmente, às leguminosas. Entre esses produtos menos conhecidos estão os cosméticos, que não são exatamente orgânicos, e sim naturais.

Os cosméticos são produzidos com extratos de plantas cultivadas com métodos orgânicos, e elaborados em um ambiente industrial semelhante ao de um laboratório farmacêutico. Nesse caso, a diferença entre o natural e orgânico é pequena, mas as semelhanças são grandes.

Entretanto, há diferenças significativas entre cosméticos naturais e cosméticos com ingredientes naturais em sua formulação. Isto quer dizer que não basta haver um ingrediente natural na fórmula para fazer do cosmético um produto natural. Para que os cosméticos sejam considerados naturais, devem seguir rígidos padrões em seu processo de formulação e não conter qualquer ingrediente químico entre seus componentes.

Desse modo, empresas como Natura, Boticário, Chamma da Amazônia e outros, que construíram a força de suas marcas a partir da ênfase da presença de ingredientes naturais e/ou provenientes da floresta amazônica em suas fórmulas, não produzem cosméticos puramente naturais.

São cosméticos com formulação química tradicional, que contêm alguns ingredientes ativos de origem natural, mas também contêm conservantes e outros aditivos químicos em sua composição.

Os ingredientes naturais, devido aos baixos percentuais nas formulações, são fortes apelos promocionais para o mercado consumidor, mas não bastam para enquadrar legalmente esses cosméticos na categoria de cosméticos naturais.

Outra associação interessante que vem à tona quando se fala em produtos naturais e orgânicos é a valorização da harmonia. Os cosméticos naturais não são preparados apenas para manter a pele bonita e sadia, eles procuram estender seus efeitos a todo o organismo, buscando um equilíbrio saudável. Os resultados estéticos finais dependerão, portanto, da saúde total do corpo.

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Uma reflexão sobre estilo de vida moderno e meio ambiente

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
– Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.

Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.

Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem das roupas era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e a energia eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.

Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio e que depois, ninguém parece pensar como será descartada?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não haviam máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para proteção e não plastico bolha ou pellets de plástico que demoram cinco séculos para começar a se degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.

Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lámina ficou sem corte… Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época!

Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos uma só tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima…

Então, não dá para entender, o porque da atual geração falar tanto em meio ambiente??

Mas é superficial, pois não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época…

autor não identificado

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::Consumo Consciente::

. RECUSAR . REDUZIR . RECONDICIONAR . REUTILIZAR . RECICLAR . REPENSAR . RESPEITAR .

Muitos produtos que usamos em nosso dia-a-dia são carregados de substâncias tóxicas e, em sua grande maioria, fabricados por gigantes multinacionais preocupadas só com lucros, aumentando diferenças sociais e a degradação acelerada da natureza.
Não ignoremos nosso poder de escolha sobre aquilo que consumimos.

Recicle o seu lixo até não ter mais opção e avalie se o seu consumo é mesmo necessário.

Dê preferência a produtos o menos industrializados possível e aos fabricados o mais próximo de você, evitando produtos de multinacionais, pois elas levam os recursos para fora do país e enfraquecem a economia local.

Consuma alimentos orgânicos – cuide da sua saúde e evite os caríssimos e viciantes remédios da mafiosa indústria químico-farmacêutica.

Respeite o processo natural da vida e celebre a sua idade e as marcas do tempo que surgem em você.

Respeite também o processo gradual de consciência em relação ao consumo em você e nos outros e, desta forma, não adquira o rótulo de ”eco-chato”!

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