Artigos

ciática

Esta tag está associada a 1 post

Nervo ciático e a dolorosa ciática…

Inspirada pela dor que venho sentindo há alguns meses, posto aqui as informações que encontrei em um outro blog, chamado Força Positiva. São informações objetivas e claras, ultimamente, tudo o que tem me feito feliz: clareza e foco!

Contatos com Astrid, acho que é esse o nome da “santa pessoa” que organizou as informações tão bem, podem ser conseguidos através de seu e-mail: astrid@forcapositiva.com.

Boa informação!

E como disse nosso Gianecchine: a doença pode ser uma dádiva!

NERVO CIATICO – COMO LIDAR COM ELE

Nervo ciático

O nervo ciático é o principal nervo dos membros inferiores. Ele controla as articulações do quadril, joelho e tornozelo, e também os músculos posteriores da coxa e os músculos da perna e do . O nervo ciático é o mais longo do corpo humano – liga o dedão do pé à região lombar –, mas a fama não vem de seu comprimento, e sim da dor causada por ele, a “ciatalgia”, que atinge cerca de 15 % de população e pode causar muito desconforto.Como o ciático é responsável pela enervação dos membros inferiores, a dor pode ocorrer em vários lugares, porém os mais comuns são a região glútea posterior, o dedão do pé e a face lateral da coxa e da perna.

Inflamação do nervo ciático (Ciática)

O que é ciática

A ciática é dor na perna devido à irritação do nervo ciático. Essa dor geralmente vai da parte posterior da coxa até a parte posterior da panturrilha, e pode se estender até os quadris e pés. Em adição à dor, pode haver entorpecimento e dificuldade de movimentação e controle da perna.

Embora a ciática seja uma forma de dor relativamente comum, o verdadeiro significado do termo é muitas vezes mal compreendido. Ciática é a série de sintomas, e não o diagnóstico para o que está irritando o nervo e causando dor.

Causas da ciática

A ciática é geralmente causada pela compressão da raiz do nervo na espinha lombar, e bem menos comum pela compressão do próprio nervo ciático. Desta forma, a “verdadeira ciática” é causada pela compressão na raiz do nervo por uma hérnia de disco, engrossando e enlargando e/ou desalinhando a vértebra. A “pseudo-ciática” é causada pela compressão de seções mais periféricas do nervo, geralmente através de tensão de tecido mole no piriforme ou outro músculo relacionado. Hábitos posturais não-saudáveis, como ficar tempo excessivo sentado em cadeira ou dormir em posição fetal, juntamente com alongamento e exercício físico insuficiente das áreas miofasciais relevantes, podem ocasionar problemas vertebrais e no tecido mole associados à ciática. Outras causas da ciática incluem infecções e tumores.

Ciática também pode ocorrer durante a fase tardia da gravidez, seja como resultado do útero pressionando o nervo ciático, seja secundariamente em decorrência da tensão muscular ou compressão vertebral associados ao peso extra e mudanças de postura.

Tratamento da ciática

Uma vez que várias condições podem comprimir as raízes do nervo ciático e causar ciática, as opções de tratamento geralmente diferem. O tratamento da causa por trás da compressão é geralmente a prática mais eficiente. Quando a causa é devida ao disco intravertebral lombar prolapsado ou com hérnia, pesquisas têm mostrado que, com o tratamento de suporte para aliviar a dor, em 90% dos casos há recuperação sem intervenção específica. A maioria dos casos de ciática pode ser tratada eficientemente com fisioterapia ou massoterapia (especificamente terapia neuromuscular), e mudanças apropriadas de hábitos e ambiente (por exemplo alcochoamento, altura da cadeira e mesa, exercícios, alongamento). Outras opções de tratamento conservador incluem Terapia do Movimento Somático, anti-inflamatórios e analgésicos. Em torno de 10-20% dos casos a cirurgia é necessária para corrigir o problema.

Descrição e Diagnóstico

A Dor no Nervo Ciático é uma Doença ou um Sintoma?

A expressão dor no nervo ciático é comumente usada para descrever uma dor que se propaga ao longo do nervo ciático. A dor no nervo ciático é um sintoma causado por uma doença que ocorre na coluna lombar. O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano, tendo o diâmetro aproximado de um dedo.

As fibras do nervo ciático iniciam na 4ª e na 5ª vértebras lombares (L4, L5) e nos primeiros e escassos segmentos do sacro. O nervo passa através do forâmen ciático, logo abaixo do músculo Piriforme (rotação lateral da coxa), passa pela extensão posterior do quadril e parte inferior do Gluteus Maximus (músculo das nádegas, extensão na coxa). A seguir, o nervo ciático se estende verticalmente para baixo pela parte posterior da coxa, atrás do joelho, ramificando-se nos músculos dos tendões (panturrilha), seguindo para baixo até os pés.

Sintomas da Dor no Nervo Ciático

A dor no nervo ciático geralmente afeta um lado do corpo. A dor pode ser sutil, aguda, como uma queimação ou acompanhada por choques intermitentes de dor aguda, começando nas nádegas e se prolongando para baixo por trás ou pelo lado da coxa e/ou perna. A dor no nervo ciático se estende até abaixo do joelho e pode ser sentida nos pés. Algumas vezes, os sintomas incluem torpor e dormência. Sentar ou tentar se levantar pode ser doloroso e difícil. Tossir e espirrar pode intensificar a dor.

A Causa: Compressão do Nervo

A compressão do nervo ciático pode causar qualquer um dos sintomas citados acima. A lesão no nervo raramente é permanente e a paralisia representa um risco raro, já que a medula espinal termina antes da primeira vértebra lombar. Porém, um aumento na fraqueza do tronco ou perna, ou incontinência da bexiga e/ou intestinos é uma indicação de Síndrome de Cauda Eqüina, uma doença séria que requer tratamento de emergência.

As doenças da coluna lombar que costumam causar compressão do nervo ciático incluem: • Hérnia de Disco, a causa mais comum de dor no nervo ciático na coluna lombar. • Doença Degenerativa de Disco, um processo biológico natural associado ao envelhecimento, costuma causar fraqueza ao disco, podendo ser o precursor de uma hérnia de disco. • Estenose da Coluna Lombar, um estreitamento de uma ou mais passagens neurais, devido à degeneração do disco e/ou artrite nas facetas. O nervo ciático pode sofrer pressão como resultado dessas mudanças. • A Espondilolistese do Istmo resulta de uma fratura por pressão, geralmente na 5ª vértebra lombar (L5). A fratura, combinada com o colapso do espaço discal, pode fazer com que a vértebra escorregue para frente em direção ao primeiro segmento da região do sacro (S1). O deslizamento pode causar um pinçamento da raiz do nervo em L5 ao sair da coluna.

Tumores da Coluna e Infecções são outras doenças que podem comprimir o nervo ciático, mas são raros.

Há outras condições que podem ocorrer, podendo parecer com uma dor do nervo ciático, mas são difíceis de diagnosticar.

Diagnóstico da Dor do Nervo Ciático

O exame médico inclui o histórico médico do paciente, uma revisão dos medicamentos atuais, um exame físico e neurológico e, se garantido, raios-x, tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética. Um diagnóstico apropriado requer uma análise da dor do paciente. Geralmente, é fornecido ao paciente um Diagrama da Dor para ilustrar a sensação e distribuição da dor (por ex., dormência e queimação).

As perguntas do médico podem incluir: • “Como a dor começou?” • “Numa escala de 1 a 10, sendo que 10 representa a pior dor que se possa imaginar, classifique a sua dor.” • “A dor piora se você sobe ou desce uma ladeira?” • “Como a dor afeta suas atividades diárias?” • “Que tipo de tratamento foi tentado e o que surtiu algum efeito?”

Observa-se a extensão do movimento do paciente. Testa-se os reflexos e a força muscular. O médico pode usar um ou mais testes de movimento para determinar a fonte ou causa da dor.

Tratamento e Recuperação Tratamento Não-Cirúrgico

A dor no nervo ciático geralmente responde bem a formas não operativas de tratamento e dificilmente há indicação cirúrgica como primeira forma de tratamento. Tempo, medicamentos antiinflamatórios não-esteróides (AINES), uso em curto prazo de medicamentos narcóticos para dor aguda, injeções lombares e fisioterapia são benéficos.

Embora seja recomendado repouso na cama por um prazo curto durante a fase aguda, é bom realizar alguma atividade. Nesse contexto, “atividade” é definida como permanecer em pé por períodos de tempo que não causem dor muito forte. A prescrição de exercícios poderá incluir alongamento, caminhada e exercícios aeróbicos.

Cirurgia

A cirurgia não é recomendada para todos os pacientes. Porém, em algumas situações, a cirurgia pode ser indicada. Pacientes que seguiram as orientações de um tratamento não-cirúrgico durante quatro a seis semanas sem alívio, certamente necessitam ser reavaliados por seu médico. Se um exame de ressonância magnética revelar hérnia de disco ou estenose da coluna vertebral, uma cirurgia poderá promover alívio para a dor nas pernas. O tipo de procedimento cirúrgico depende, em parte, da condição e do diagnóstico do paciente.

Recuperação

Se o tratamento para a dor no nervo ciático for não-operativo ou se for cirúrgico, sempre é bom seguir as instruções dadas pelo médico e/ou fisiatra.

Procure aliviar a tensão mecânica desnecessária da coluna. Por exemplo, ao ficar em pé, descanse um pé sobre um banquinho alternando com a outra perna. Ao dirigir, coloque um travesseiro pequeno ou uma toalha enrolada nas costas para manter a curvatura natural da coluna. Na hora de ir para a cama, deite de costas com um travesseiro sob os joelhos ou entre as pernas se dormir de lado.

Procure se alimentar de modo saudável, procurando manter seu peso ideal e evite fumar. Este estilo de vida faz toda a diferença para a saúde da coluna.

Maiores informações na página do post original: http://forcapositiva.blogspot.com/2009/03/nervo-ciatico-como-lidar-com-ele.html.

Outras informações que julgo importantes sobre o assunto, retiradas do link: http://www.phitoherb.com/article.asp?id=65

Tratamento: O correto é que se procure um médico ou profissional habilitado para o trato da coluna, que solicite radiografia e estude o problema detidamente.
Exporemos aqui alguns conselhos, exercícios e nutrientes que ajudarão a prevenir ou aliviar, no caso de não ser muito grave, sua dor nas costas.

– Aplicação de calor na parte da coluna dolorida por meio de compressas com uma toalha umedecida com água quente. Essas compressas deverão ser aplicadas no espaço de 10 minutos, molhando a toalha repetidamente. É conveniente que você verifique se os panos quentes o beneficiam, já que esse procedimento produz uma congestão sangüínea nesse local, o que pode incomodar um pouco, dependendo de tipo de lesão.

– Compressa de gelo: Envolva algumas pedras de gelo numa toalha e aplique sobre a parte dolorida. Isto é especialmente útil quando se sofre uma batida e o local fica inflamado. O frio descongestionará a área, desinflamando-a e diminuindo a dor na maioria dos casos. Assim como no caso da aplicação de calor, deve-se testar qual método traz melhor alívio.

– Compressas de calor e de frio: Combinar alternadamente e começando com 10 minutos de compressas quentes e a seguir, 10 minutos de compressas frias e deixar 10 minutos de repouso sem colocar nada, continuando aplicação alternada por 1 hora.
Esse método é o mais usado e recomendado por todos os especialistas.

– Bálsamo contra a dor: Existe no mercado vários tipos de bálsamos. Verificou-se que a mistura de Aloe Vera com Eucalípto e óleo mineral – loção-creme balsâmica, traz excelentes resultados para aliviar a dor tanto muscular como das articulações e da coluna.
A Aloe Vera tem a propriedade de desinflamar e penetrar profundamente nos tecidos da pele e servir como veículo para transportar outros elementos como o eucalípto. A Aloe Vera também alívia a dor. Os demais óleos que se misturam nos bálsamos ajudam a tornar a mistura mais menejável além de suas propriedades calmantes.

Exercícios emergenciais:  Para diminuir a dor da região lombar das costas.

Prepare seu corpo para que não esteja demasiadamente frio para começar esses exercícios, cobrindo-se anteriormente com um cobertor ou fazendo um pouco de exercício lentamente e com cuidado.

– Deitado no chão sobre um cobertor ou colchão duro, dobre sua perna esquerda, suportando-a com suas mãos por dentre dos músculos. Respire normalmente.
Sinta a tensão de suas costas enquanto a outra perna está esticada. Mantenha a perna dobrada por três segundo, e logo em seguida estire-a e relaxe-a. Proceda da mesma forma com a perna direita. Faça esse exercício de 10 a 15 vezes com ambas as pernas.

– Outro exercício simples que produz alívio – sente-se na cabeceira da sua cama com os pés no chão, um pouco abertos, e coloque suas mãos dos lados da cama e incline-se com suavidade para a frente durante alguns segundo. Sinta a tensão em sua coluna e em suas costas, e permita que suas vértebras se abram na parte detrás. Endireite-se lentamente ajudado por suas mãos. Realize essa operação 10 vezes.

– Gire sua coluna na parte lombar. – A rotação da coluna é um movimento normal, por isso você deve girá-la periodicamente para mante a mobilidade e a flexibilidade dos ligamentos vertebrais e provocar um ajuste entre eles. O seguinte exercício lhe dará mobilidade à parte inferior – lombar de sua coluna.
Estendido no solo, com os braços abertos, dobre um pouco seus joelhos e mova-os para a esquerda e para a direita – 5 vezes. Faça isso lentamente, mantendo seus joelhos em cada lado e cada vez por 5 segundos.

– Recomenda-se dormir de lado, com as pernas encolhidas, em posição fetal. Isto abrirá as vértebras deixando com mais liberdade os discos e a saída dos nervos.
Essa posição produzirá um descanso para suas costas. Recomenda-se pôr uma almofada entre os joelhos para separá-los um pouco.

Não fique muito tempo sentado nem parado na mesma posição. Sobretudo se você fica no volante de um automóvel por mais de 30 minutos sem descanso.

Nutrição:
Ossos fracos, quebradiços, descalcificados, infectados, inflamados ou com alguma fratura necessitam de muitos nutrientes para se restabelecerem.
O estresse causa uma rápida perda de sais minerais dos ossos e bloqueia a formação de novas proteínas. A cortisona produzida durante o estresse elimina o cálcio dos ossos.
O magnésio e a vitamina D são essenciais para a absorção do cálcio, principal elemento dos ossos.
A vitamina E auxilia na flexibilidade dos ossos.
A vitamina C ajuda a prevenir infecções.
Por outro lado, se requer proteínas para a reparação e manutenção dos ossos.

De todo a forma, não deixe de buscar auxílio de um médico, por mais que seja difícil encontrar um bom, que te olhe como um todo – e não apenas partes – eles são necessários. Fique bem e em paz. Om!

%d blogueiros gostam disto: